"O medo dá origem ao mal
O homem coletivo sente a necessidade de lutar
O orgulho, a arrôgancia, a glória
Enche a imaginação de domínio
São demônios os que destroem o poder
Bravio da humanidade"
Trecho da canção Monólogo ao pé do ouvido, de Chico Science e Nação Zumbi
Vivemos entre demõnios, pois demônios não são filhos ou escravos de Satanás e sim filhos (ou criaturas) de Deus, o criador, quais usam brutalmente suas forças para tirar o brilho, o avanço e desejam sujar a pureza da humanidade, assim como fala a música pernambucana do saudoso Chico Science e do cultural grupo Nação Zumbi.
Até que ponto pode chegar pessoas, ou um grupo delas que usam, são, estão (no estado), ou se fingem - tudo isso ao mesmo tempo - de sonsas. falsas, hipócritas, leais, justas, meigas, éticas, cristãs, odiadoras de fofocas, cínicas e frias? São demônios. Assim como todas religiões ligadas ao Deus supremo fala, o "inimigo" sabe que está errado, que é injusto, que é impuro e que está passando sobre sentimentos, mas ao dormir, nunca perde seu sono por suas ações, muito pelo contrário, é louco, assim como essas pessoas que são seus espelhos, que dormem mais felizes, realizadas e tranquilas quando veem seu nome impuro iluminando claramente o espaço desejado e passando por cima dos verdadeiras líderes que a baixo estão e de quem, sim, tem poder técnico para impor sua funcionalidade desde a função menos importante, até a categoria mais egocêntrica e aclamada.
Verdades, critérios, lógicas, projetos, planejamentos e tudo que envolve um trabalho grupal de sucesso e limpo são descartados, ontem, hoje e pior, sempre. A verdade passa a ser uma mentira muito falada, o critério sempre existirá, mas nunca seguindo justiça, assim como preza Deus e seus ensinamentos, tendo o falatório, a obrigada aceitação meio a ditadura e 'patrãotismo' e ao não contrariamento como maneira de nivelar a capacidade técnica e daí gerando a listagem final, assim, destruindo as lógicas técnicas e fazendo que o planejamento seja sonso e o projeto seja desenvolvido no calar, na sombra, no dia a dia aos poucos, abafando nomes, escolhas e ódio que rege as opções e em meio a isso, esses mesmos comandantes, como fracos que são, não conseguem esconder sua imoralidade quando descartam o critério que os mesmos prezaram e logo depois volta a usá-lo só para impor sua vontade, passando por cima da necessidade de uma instituição, nação, pastoral, grupo e todo tipo de coletividade. E o mais grave nisso, é que momento depois, eles não fingem que não erraram, simplesmente eles passam a ter certeza que fizeram o certo, tendo o achismo como certeza, o mercê como dever e seu nome e ego como centro de algo. Desgraçados, miseráveis, mas sempre de pé e nunca temendo o dia de amanhã.
A ânsia pelo poder e satisfação que seus nomes sejam exaltados em tudo que brilha é enorme, mesmo que nesses eventos, acontecimentos e ações não sejam executados pelos mesmos, pois o que realmente importa é ganhar o reconhecimento e carinho de quem serve apenas como plateia e nação de aplausos e endeusamento. Meio a isso, justos e injustiçados assistem esses fatos com nojo e desprezo, mas à cima da revolta, da vingança e do desejo de ver escancarada a verdade e a justiça, colocam-o o 'agora', o momento e a atmosfera de estarem juntos de quem frutifica, justificando seu plantar, regar e colher, exibindo a si mesmo, com veracidade, que sobre toda podridão, está a pureza de inocentes e amor constituído por cuidado, sacrifícios e duros dias de olhos bondosos enxergando demônios vestidos de humanos. O coração dos injustiçados sangram. Dói ao ver um trabalho formado a anos ser destruído por arrogância, ignorância, antipatia e outros sentimentos que não posso mais frisar, pois só demônios - donos dessas sensações - podem definir e dar nomes a exclusivos conteúdos que formam seus corações (eles possuem corações?). Injustiçados buscam soluções, tramando glórias e vitórias, mas meio a tanta tentação e tanta genuinidade no seu interior, não se deixa levar por impuras flechas tentando passar por seus corações, mantendo seus cérebros firmes com a união da realeza intelectual e do protagonismo central, doando-se e entregando-se a divindade.
Se existe uma certeza que não seja a morte, é que a justiça e o bem sempre vencerá. Sim, a vida é uma novela, porém, seu capítulo final não é no último suspiro de vida, até porque é a alma que sente o peso ou a leveza das ações carnais. Deus não é louco, cego, surdo ou possui alzheimer, Ele sabe a hora de colocar suas mãos sob e sobre a nação. O silêncio do ontem, o sucesso diário, o olhar manso desfrutando a falta de preocupação meio a críticas de gente que não influencia em nada pelo bem da humanidade e ignorância (falo do termo positivo, ignorar) que pra muitos podem ser deboche, é o ingrediente da raiva dos impuros, pois assim como a piada só faz graça quando todos riem, a tentativa satânica de tirar a paz só respira quando os límpidos se tem a paz. Tudo que vai, volta. Toda injustiça virará pesadelo para quem reproduziu e prazer para as vítimas.
A ânsia pelo poder e satisfação que seus nomes sejam exaltados em tudo que brilha é enorme, mesmo que nesses eventos, acontecimentos e ações não sejam executados pelos mesmos, pois o que realmente importa é ganhar o reconhecimento e carinho de quem serve apenas como plateia e nação de aplausos e endeusamento. Meio a isso, justos e injustiçados assistem esses fatos com nojo e desprezo, mas à cima da revolta, da vingança e do desejo de ver escancarada a verdade e a justiça, colocam-o o 'agora', o momento e a atmosfera de estarem juntos de quem frutifica, justificando seu plantar, regar e colher, exibindo a si mesmo, com veracidade, que sobre toda podridão, está a pureza de inocentes e amor constituído por cuidado, sacrifícios e duros dias de olhos bondosos enxergando demônios vestidos de humanos. O coração dos injustiçados sangram. Dói ao ver um trabalho formado a anos ser destruído por arrogância, ignorância, antipatia e outros sentimentos que não posso mais frisar, pois só demônios - donos dessas sensações - podem definir e dar nomes a exclusivos conteúdos que formam seus corações (eles possuem corações?). Injustiçados buscam soluções, tramando glórias e vitórias, mas meio a tanta tentação e tanta genuinidade no seu interior, não se deixa levar por impuras flechas tentando passar por seus corações, mantendo seus cérebros firmes com a união da realeza intelectual e do protagonismo central, doando-se e entregando-se a divindade.
Se existe uma certeza que não seja a morte, é que a justiça e o bem sempre vencerá. Sim, a vida é uma novela, porém, seu capítulo final não é no último suspiro de vida, até porque é a alma que sente o peso ou a leveza das ações carnais. Deus não é louco, cego, surdo ou possui alzheimer, Ele sabe a hora de colocar suas mãos sob e sobre a nação. O silêncio do ontem, o sucesso diário, o olhar manso desfrutando a falta de preocupação meio a críticas de gente que não influencia em nada pelo bem da humanidade e ignorância (falo do termo positivo, ignorar) que pra muitos podem ser deboche, é o ingrediente da raiva dos impuros, pois assim como a piada só faz graça quando todos riem, a tentativa satânica de tirar a paz só respira quando os límpidos se tem a paz. Tudo que vai, volta. Toda injustiça virará pesadelo para quem reproduziu e prazer para as vítimas.
"Tudo na vida passa, tudo no mundo cresce
Nada é igual a nada não
Tudo que sobe desce, tudo que vem, tem volta
Nada que vive, vive em vão
Nem todo dia é festa, nem todo choro é triste
Nenhuma dor sempre será"
Trecho da canção Elas por Elas, de The Fevers
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