quinta-feira, 20 de junho de 2019

Categoria padrão e jeitinho doce

A confusão já domina meu consciente
Por questões que já conclui e sou ciente
Fantasias sempre foram cruas
Sem dá margem a bobagem, só verdades nuas

O intervalo de tempo rápido passou
Novamente a vida estúpida comigo se expressou
Oh, Deus! Porque provas a mim são mandadas?
Só me vem o oposto, a farsa, o jeito e conversas bradadas

Todos pagam pelo erro de cada um
A raiva cresce e o nojo é incomum
Imoralidade, falsidade e estrelismo, este é o joguinho
De indivíduos vazios, frustrados, com máscara de amorzinho

O cálice da agonia e da desgraça intelectual
A distância é o caminho, tempo e ignorância é o ideal
O diálogo é descartado, a consciência não existe
Tolos e pobres não perdem seu sono, meio a culpa que a face exibe

Basta de tantas almas mal resolvidas
Onde seu pior aspecto se esconde, mas não se acaba
Ativando em si a escassez pela valorização de fora
Que move céu e terras e no final dá em nada

Arrependido estou de deixar-me envolver
Por peças tortas e fazer essa atmosfera ridícula me absorver
Agora parte de mim não continuar nessa ridicularidade
Categoria padrão e jeitinho doce escondem a ausência da qualidade

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